Até a DGRHE anda mudada. Nos concursos de colocação de professores costuma sempre trata-nos como “candidatos”. Do seu ponto de vista habitual não merecemos o nome de professores. E assim escusam de dizer que ficaram professores desempregados. Apenas ficaram candidatos por colocar. Mas hoje, a propósito do seu serviço de sms para saber das colocações, a DGRHE mandou dois mails em que nos trata como Exmos srs professores. Calculo que seja por ser altura eleitoral. E que a arrogância volte dentro de momentos.
Carlos Carujo
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Pôr a escola a render…para os de sempre
Há poucos dias o Público trazia a seguinte notícia: Parque Escolar: Estado pagou a arquitectos mais de 20 milhões de euros sem concurso
Antes disso, já o Tribunal de Contas tinha manifestado muitas dúvidas sobre o processo da adjudicação das obras de requalificação das escolas (vê o vídeo neste post)
Nas adjudicações das obras há “muito sucesso para a Mota-Engil” que, como se sabe, é dirigida pelo destacado membro do PS Jorge Coelho. É sempre bom subir na política para poder subir nos negócios.
De facto, basta fazer a pesquisa no google: parque escolar + mota-engil. Deliciem-se com as coincidências.
Além de ser incapaz de responder aos desafios de uma escola pública inclusiva, o governo não hesita em pô-la a render para os seus amigos. A pensar neles, claro está. Tudo a partir da Parque Escolar, mais uma empresa criada para fazer negócio, entre amigos.
Antes disso, já o Tribunal de Contas tinha manifestado muitas dúvidas sobre o processo da adjudicação das obras de requalificação das escolas (vê o vídeo neste post)
Nas adjudicações das obras há “muito sucesso para a Mota-Engil” que, como se sabe, é dirigida pelo destacado membro do PS Jorge Coelho. É sempre bom subir na política para poder subir nos negócios.
De facto, basta fazer a pesquisa no google: parque escolar + mota-engil. Deliciem-se com as coincidências.
Além de ser incapaz de responder aos desafios de uma escola pública inclusiva, o governo não hesita em pô-la a render para os seus amigos. A pensar neles, claro está. Tudo a partir da Parque Escolar, mais uma empresa criada para fazer negócio, entre amigos.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Raio X da política educativa do governo

“No processo de domesticação da sociedade, a teimosia do primeiro-ministro e da sua ministra da Educação representam muito mais do que simples traços psicológicos. São técnicas terríveis de dominação, de castração e de esmagamento e de fabricação de subjectividades obedientes.”
“Verifica-se no Ministério da Educação um fenómeno constante, emblemático da política deste governo: tomam-se medidas chico-espertas integrando o chico-espertismo no quadro da lei, institucionalizando-o (…). É o sistema inteiro que se converte ao chico-espertismo.”
José Gil, excerto de "Em busca da identidade - o desnorte", vê mais citações no blogue Correntes
“Verifica-se no Ministério da Educação um fenómeno constante, emblemático da política deste governo: tomam-se medidas chico-espertas integrando o chico-espertismo no quadro da lei, institucionalizando-o (…). É o sistema inteiro que se converte ao chico-espertismo.”
José Gil, excerto de "Em busca da identidade - o desnorte", vê mais citações no blogue Correntes
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Escolas sem acessos para deficientes

Mais de metade dos 112 estabelecimentos de ensino, do pré-escolar ao 3.º Ciclo, do concelho de Guimarães, apresenta constrangimentos no acesso, dificultando a mobilidade aos alunos portadores de deficiência motora.
Esta é a grande conclusão da tese de doutoramento da professora Gracinda Machado Sousa, que partiu para este estudo para tentar apurar em que medida as instituições educativas garantem às crianças e jovens com deficiência motora condições de acessibilidade que permitam a concretização do princípio consignado na Lei de Bases do Sistema Educativo de um ensino básico universal e obrigatório.
Lê aqui a notícia
Esta é a grande conclusão da tese de doutoramento da professora Gracinda Machado Sousa, que partiu para este estudo para tentar apurar em que medida as instituições educativas garantem às crianças e jovens com deficiência motora condições de acessibilidade que permitam a concretização do princípio consignado na Lei de Bases do Sistema Educativo de um ensino básico universal e obrigatório.
Lê aqui a notícia
Educação sexual: medos e erros

O anúncio de que teremos Educação Sexual nas escolas durante o próximo ano lectivo gerou muitas resistências. Dos obscurantistas da idade média já aqui falámos e não insistiremos: só mesmo criminosos podem achar que esta lei é criminosa. As críticas mais de forma feitas por blogues, professores e sindicatos merecem atenção: é necessário que o Ministério ponha à disposição todos os recursos e apoios ao serviço dos professores que vão orientar esta temática.
Na verdade, sobrecarregar os mesmos professores resulta da forma como a lei foi feita, tudo feito pela rama e garantido por quem já lá está. Na verdade “onde era preciso haver investimento em profissionais novos a assumir esta responsabilidade, insiste-se na sobrecarga dos professores que já têm outras funções na escola e no empurrar de responsabilidades para os "técnicos de saúde".
A lei da Educação Sexual que entrará em vigor é ainda muito tímida e fica aquém do necessário. Mas é um passinho em frente e convinha que fosse dado com todas as condições para que a breve trecho seja a sério e a valer, sem medos nem preconceitos.
Lê também:
Abaixo o obscurantismo
O país do “Faz de Conta”
O problema do costume
Cuidado com os obscurantistas da idade média
Viva a Primavera!
Na verdade, sobrecarregar os mesmos professores resulta da forma como a lei foi feita, tudo feito pela rama e garantido por quem já lá está. Na verdade “onde era preciso haver investimento em profissionais novos a assumir esta responsabilidade, insiste-se na sobrecarga dos professores que já têm outras funções na escola e no empurrar de responsabilidades para os "técnicos de saúde".
A lei da Educação Sexual que entrará em vigor é ainda muito tímida e fica aquém do necessário. Mas é um passinho em frente e convinha que fosse dado com todas as condições para que a breve trecho seja a sério e a valer, sem medos nem preconceitos.
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Abaixo o obscurantismo
O país do “Faz de Conta”
O problema do costume
Cuidado com os obscurantistas da idade média
Viva a Primavera!
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
O osso do governo

O Governo alterou o Estatuto da Carreira Docente sem ceder no que mais lhe importa. Depois de partir a carreira em duas, veio agora atribuir alguns prémios de consolação aos professores que nunca poderão aceder à categoria de professor titular. Diminui-lhes o tempo de chegada ao patamar de onde jamais poderão subir e aumenta dois escalões a esse patamar, que continua intrasponível para a maior parte dos docentes.
Mais uma vez, o Ministério da Educação mostra a sua forma bruta de agir: entra a matar e depois cede em alguns pontos acessórios para disfarçar os estragos. Foi assim com o modelo de avaliação: entrou a matar e depois despejou simplexs, nunca admitindo que a jogada incial foi errada e desastrosa. E agora com o ECD: entrou a matar e agora tenta dourar a pílula, sem contudo largar o seu osso. E o osso é a divisão da carreira docente, para garantir a hierarquia, a cadeia de comando, e para bloquear a subida na carreira e poupar milhões em salários.
Mais uma vez, o Ministério da Educação mostra a sua forma bruta de agir: entra a matar e depois cede em alguns pontos acessórios para disfarçar os estragos. Foi assim com o modelo de avaliação: entrou a matar e depois despejou simplexs, nunca admitindo que a jogada incial foi errada e desastrosa. E agora com o ECD: entrou a matar e agora tenta dourar a pílula, sem contudo largar o seu osso. E o osso é a divisão da carreira docente, para garantir a hierarquia, a cadeia de comando, e para bloquear a subida na carreira e poupar milhões em salários.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Mais um negócio para os amigos?

O tema não é novo mas não de mais lembrar. Pouco se sabe acerca do modo como foi feita a selecção das escolas no âmbito do programa de modernização e menos ainda como estão a ser feitos estes concursos.
Trata-se de um processo que está a suscitar dúvidas ao Tribunal de Contas, que ainda só autorizou o pagamento de um dos cinquenta contratos de empreitadas assinados entre a empresa pública responsável pelas obras, a parque escolar, e as construtoras.
O Movimento escola Pública estará atento aos novos desenvolvimentos.
Já agora...sabem quem é uma das principais construtoras envolvidas? Nem mais nem menos do que a Mota-Engil do amigalhaço Jorge Coelho. O mesmo dos contentores de Alcântara.
Vê este vídeo reportagem da TVI
Trata-se de um processo que está a suscitar dúvidas ao Tribunal de Contas, que ainda só autorizou o pagamento de um dos cinquenta contratos de empreitadas assinados entre a empresa pública responsável pelas obras, a parque escolar, e as construtoras.
O Movimento escola Pública estará atento aos novos desenvolvimentos.
Já agora...sabem quem é uma das principais construtoras envolvidas? Nem mais nem menos do que a Mota-Engil do amigalhaço Jorge Coelho. O mesmo dos contentores de Alcântara.
Vê este vídeo reportagem da TVI
O burocrata louco

"(...)Há qualquer coisa de tremendamente errado quando um primeiro-ministro se orgulha de deixar uma Escola com, citando-o, 'menos professores, mais alunos e maior sucesso'. (Como aqui e aqui.) Só alguém que não pensa nada sobre a Escola e não sabe do que fala pode dizer uma coisa daquelas. Aquela resplandecente trindade nunca pode ser o fito de uma política escolar. Para além de ser apenas um estribilho vazio que nada diz (como Sócrates gosta), é uma pretensa descrição que passa completamente ao largo do que deve ser a Escola. Aquele entusiasmo despropositado do primeiro-ministro corresponde ao sonho de um burocrata louco.(...)"
Texto completo aqui.
Texto completo aqui.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Ministério não paga salários a professores de Aveiro

Dezenas de professores de Aveiro que este ano leccionaram Actividades de Enriquecimento Curricular nas escolas do 1.º Ciclo de seis freguesias ainda não receberam os ordenados de Maio e Junho e o subsídio de assiduidade. (...) Segundo os professores a média mensal auferida por cada docente ronda os 500 euros por mês, dinheiro ganho pelas 8 a 14 horas que trabalham semanalmente nas escolas. Alguns, nomeadamente os que continuam a estudar, têm neste vencimento a única forma de rendimento.
Vê aqui toda a notícia
Comentário:
Há dias noticiámos que 50 professores em Abrantes se tinham demitido por falta de pagamento. A empresa contratante e a Câmara Muncipal culpavam-se mutuamente. Desta vez, em Aveiro, é o Ministério da Educação que não procede à transferência de verbas, revelando um desprezo enorme pelos professores das Actividades de Enriquecimento Curricular. Quem achasse que as novas regras que o governo anunciou no sentido de para o ano acabar com a precariedade deste profissionais significavam uma mudança de atitude, parece que se enganou.
Vê aqui toda a notícia
Comentário:
Há dias noticiámos que 50 professores em Abrantes se tinham demitido por falta de pagamento. A empresa contratante e a Câmara Muncipal culpavam-se mutuamente. Desta vez, em Aveiro, é o Ministério da Educação que não procede à transferência de verbas, revelando um desprezo enorme pelos professores das Actividades de Enriquecimento Curricular. Quem achasse que as novas regras que o governo anunciou no sentido de para o ano acabar com a precariedade deste profissionais significavam uma mudança de atitude, parece que se enganou.
sábado, 1 de agosto de 2009
Trafulhice e topete

A edição impressa do jornal Público deste Sábado revela que o Tribunal Constitucional admitiu ilegalidades nos decretos que estabeleceram a avaliação de professores. Ou seja, o Simplex entra em contradição com o modelo inicial de avaliação e com o decreto que definiu o Estatuto da Carreira Docente. O Tribunal diz que não é inconstitucional mas que é no mínimo ilegal.
Mais curioso é o facto de José Sócrates ter reconhecido que havia “discrepâncias” entre os dois diplomas mas que tal não era grave porque o simplex era apenas transitório e terminava no final de 2009. Só que agora decidiu prolongar o simplex até 2010. Afinal, não passou a ser grave? É preciso muita lata e trafulhice, mas é nessas águas que o governo gosta de nadar.
Mais curioso é o facto de José Sócrates ter reconhecido que havia “discrepâncias” entre os dois diplomas mas que tal não era grave porque o simplex era apenas transitório e terminava no final de 2009. Só que agora decidiu prolongar o simplex até 2010. Afinal, não passou a ser grave? É preciso muita lata e trafulhice, mas é nessas águas que o governo gosta de nadar.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
A reforma de muitos e a precariedade de tantos

Mais de 5100 professores (5140) reformaram-se entre Setembro do ano passado e Julho de 2009, 1440 dos quais com penalizações na reforma. Os números foram avançados ao DN pelo secretário-geral do Sindicato Nacional e Democrático dos Professores (Sindep/Fenei) e resultam de um levantamento feito recentemente pelo sindicato junto da Caixa Geral de Aposentações. Para Carlos Chagas, o aumento significativo de pedidos de reforma resulta do descontentamento da classe com as políticas educativas do Governo.
Comentário:
É de facto um número impressionante e mostra bem a crueza (e crueldade) das políticas deste governo. Mas o que também é curioso é o número de professores que foram colocados nos quadros no último concurso: apenas 417 professores contratados/precários conseguiram passar para os quadros. Ou seja, menos de 10% das vagas deixadas pelos professores que se aposentaram foram preenchidas. Só mesmo um governo tecnocrata e insensível ao insucesso escolar é que pode proceder desta forma, como se tivéssemos professores a mais nas escolas. Uma vergonha.
Comentário:
É de facto um número impressionante e mostra bem a crueza (e crueldade) das políticas deste governo. Mas o que também é curioso é o número de professores que foram colocados nos quadros no último concurso: apenas 417 professores contratados/precários conseguiram passar para os quadros. Ou seja, menos de 10% das vagas deixadas pelos professores que se aposentaram foram preenchidas. Só mesmo um governo tecnocrata e insensível ao insucesso escolar é que pode proceder desta forma, como se tivéssemos professores a mais nas escolas. Uma vergonha.
terça-feira, 28 de julho de 2009
O que vai acontecer no início do ano lectivo?

À saída da última ronda de negociações com o ministério, Anabela Sotaia, dirigente da Fenprof, afirmou que «adivinha-se um ano a abrir de muito contestação, mas se o quadro for tão negro, estará tudo em cima da mesa». «[José Sócrates] não terá certamente descanso, durante a campanha eleitoral, por parte dos professores», garantiu a sindicalista.
É preciso pensar bem que protestos podem os professores realizar no início do ano lectivo.
O MUP sugere uma manifestação a 12 de Setembro. Mas a as aulas só começam a 14 de Setembro. Bem sabemos que o trabalho dos professores nas escolas começa mais cedo...mas é necessário mais tempo de mobilização para conseguirmos uma manifestação expressiva.
Seria óptimo uma nova manifestação gigante antes das eleições legislativas. Não há nenhum impedimento legal para fazê-la em período de campanha eleitoral como aliás aconteceu com a manifestação de 31 de Maio. Aliás, é uma das formas que os professores têm de se expressar nessa campanha, lembrando o poder político e os diversos partidos que a sua luta é longa, justa, dura e que estaremos dispostos a continuá-la e a ganhá-la.
Assim, por que não realizar a dita manifestação a 19 de Setembro? E será que uma greve nacional na primeira ou segunda semana de aulas constitui uma alternativa melhor? Ou será que os sindicatos preferem guardar as grandes energias para o período seguinte, aguardando as novidades que trará um novo governo?
São questões importantes e para as quais começa a ser urgente uma resposta. E que um debate sério e franco permita chegar a uma posição conjunta entre sindicatos e movimentos porque já vimos que é dessa forma que os professores ganham mais força.
É preciso pensar bem que protestos podem os professores realizar no início do ano lectivo.
O MUP sugere uma manifestação a 12 de Setembro. Mas a as aulas só começam a 14 de Setembro. Bem sabemos que o trabalho dos professores nas escolas começa mais cedo...mas é necessário mais tempo de mobilização para conseguirmos uma manifestação expressiva.
Seria óptimo uma nova manifestação gigante antes das eleições legislativas. Não há nenhum impedimento legal para fazê-la em período de campanha eleitoral como aliás aconteceu com a manifestação de 31 de Maio. Aliás, é uma das formas que os professores têm de se expressar nessa campanha, lembrando o poder político e os diversos partidos que a sua luta é longa, justa, dura e que estaremos dispostos a continuá-la e a ganhá-la.
Assim, por que não realizar a dita manifestação a 19 de Setembro? E será que uma greve nacional na primeira ou segunda semana de aulas constitui uma alternativa melhor? Ou será que os sindicatos preferem guardar as grandes energias para o período seguinte, aguardando as novidades que trará um novo governo?
São questões importantes e para as quais começa a ser urgente uma resposta. E que um debate sério e franco permita chegar a uma posição conjunta entre sindicatos e movimentos porque já vimos que é dessa forma que os professores ganham mais força.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Professores sujeitos à lei da selva

O Grupo GPS Educação e Formação, com mais de 20 escolas, exige aos professores cartas de despedimento no início de cada ano lectivo. Docentes falam de um 'polvo' de ilegalidades e terror. Director desmente tudo, mas PJ confirma investigações.
A 31 de Agosto, muitos serão os professores das mais de 20 escolas e colégios do Grupo GPS Educação e Formação, com sede no Louriçal, concelho de Pombal, que poderão cessar o contrato. Não por serem dispensados, mas porque os próprios foram obrigados a assinar uma carta de despedimento no início do ano lectivo, ao mesmo tempo que assinavam ou renovavam contrato, mesmo quando já lá leccionam há anos suficientes para fazerem parte dos quadros das escolas.
Lê aqui toda a notícia do JN
A 31 de Agosto, muitos serão os professores das mais de 20 escolas e colégios do Grupo GPS Educação e Formação, com sede no Louriçal, concelho de Pombal, que poderão cessar o contrato. Não por serem dispensados, mas porque os próprios foram obrigados a assinar uma carta de despedimento no início do ano lectivo, ao mesmo tempo que assinavam ou renovavam contrato, mesmo quando já lá leccionam há anos suficientes para fazerem parte dos quadros das escolas.
Lê aqui toda a notícia do JN
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Lembram-se dele?

João Rendeiro foi constituído arguido no caso BPP. Abuso de confiança, falsificação de documentos, branqueamento de capitais, burla e fraude fiscal qualificadas, são os crimes de que Rendeiro é suspeito. A medida de coação que lhe foi aplicada foi a de Termo de Identidade e Residência.
Lembram-se de quem é João Rendeiro?
Rendeiro é também o porta-voz da EPIS (Empresários Pela Inclusão Social), estrutura que em concertação com o Ministério da Educação desenvolve actividades nas escolas, de carácter mais do que duvidoso. Para perceber lê o post:
A escola empresa dos banqueiros e da ministra
Lembram-se de quem é João Rendeiro?
Rendeiro é também o porta-voz da EPIS (Empresários Pela Inclusão Social), estrutura que em concertação com o Ministério da Educação desenvolve actividades nas escolas, de carácter mais do que duvidoso. Para perceber lê o post:
A escola empresa dos banqueiros e da ministra
Homofobia na escola no Brasil e em Portugal ou mais uma razão para uma Educação Sexual que respeite as diferenças

Nas escolas públicas brasileiras, 87% da comunidade – sejam alunos, pais, professores ou servidores – têm algum grau de preconceito contra homossexuais. O dado faz parte de pesquisa divulgada recentemente pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP). Vê aqui
Quando assumiu sua homossexualidade, Hernanny Queiroz tinha 16 anos e cursava o 2° ano do ensino médio. As piadas e xingamentos que ele ouvia frequentemente acabaram fazendo com que fosse reprovado aquele ano. "Eu comecei a não ir mais para o colégio, faltei tanto que repeti. Quando eu ia as pessoas falavam mal de mim e sempre acabava dando confusão", lembra. Vê aqui
E em Portugal....
Pelo menos seis jovens agredidos por causa da sua orientação sexual abandonaram precocemente a escola, segundo o relatório de 2008 da Rede Ex Aequo - Associação de Jovens Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgéneros e Simpatizantes. A associação recebeu um total de 92 denúncias de discriminação - 19 das quais relatam agressões físicas - e exige do governo medidas urgentes para mudar esta realidade. Vê aqui
Quando assumiu sua homossexualidade, Hernanny Queiroz tinha 16 anos e cursava o 2° ano do ensino médio. As piadas e xingamentos que ele ouvia frequentemente acabaram fazendo com que fosse reprovado aquele ano. "Eu comecei a não ir mais para o colégio, faltei tanto que repeti. Quando eu ia as pessoas falavam mal de mim e sempre acabava dando confusão", lembra. Vê aqui
E em Portugal....
Pelo menos seis jovens agredidos por causa da sua orientação sexual abandonaram precocemente a escola, segundo o relatório de 2008 da Rede Ex Aequo - Associação de Jovens Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgéneros e Simpatizantes. A associação recebeu um total de 92 denúncias de discriminação - 19 das quais relatam agressões físicas - e exige do governo medidas urgentes para mudar esta realidade. Vê aqui
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