A Câmara de Castro Verde contestou hoje o fecho do 1.º ciclo do Ensino Básico numa escola do concelho, o que "agrava" as condições da escola de acolhimento e promove o "isolamento" das crianças do pré-escolar que se mantêm.
As câmaras de Ferreira do Alentejo e de Santiago do Cacém contestam a decisão oficial da Direcção Regional de Educação do Alentejo de encerrar nestes concelhos escolas do primeiro ciclo do ensino básico.
A Câmara Municipal de Arraiolos, no distrito de Évora, contesta o eventual encerramento, no próximo ano lectivo, da Escola Básica 1 de Santana do Campo, segundo um comunicado divulgado pela autarquia.
Pode nem sequer ser o único argumento, porque muitas vezes as autarquias não colocam em primeiro lugar os direitos das populações. Mas quando os defendem, óptimo. Pena é que o Governo afinal não lhes ligue quando tinha prometido fazê-lo.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Cortes nas bibliotecas escolares
Sem aviso nem porquê, quase em férias de Verão, depois de todas as escolas terem confirmado os seus professores bibliotecários, e algumas mesmo terem aberto concursos para novos lugares, tudo legal... Eis que salta uma nova portaria a alterar a anterior , reduzindo o número de lugares a que cada escola/agrupamento tem direito!
Lê o post inteiro de Maria José Vitorino neste blogue
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Parlamento chumba estabilidade para os professores das AECs
O parlamento desperdiçou a oportunidade de pressionar o Governo para finalmente assegurar contratos de trabalho para os profissionais das Actividades de Enriquecimento Curricular. O projecto de resolução apresentado pelo Bloco de Esquerda foi chumbado: o Partido Socialista e o Partido Social Democrata votaram contra e o CDS/Partido Popular absteve-se. Assim, os votos do Bloco de Esquerda, do Partido Comunista Português e do Partido Ecologista "Os Verdes" foram insuficientes para que esta recomendação chegasse ao Governo, para assim abrir a porta a que finalmente terminasse a vergonha da generalização dos falsos recibos verdes para os cerca de 15 mil profissionais que, em todo o país, asseguram a "Escola a tempo inteiro" sem nenhumas condições laborais.
Vê o vídeo da votação e toda a notícia neste blogue.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
PSD em guerra contra a Educação Pública
Sendo já do domínio público as propostas concretas de revisão constitucional do PSD, o Movimento Escola Pública, concentrando-se sobre aquelas que dizem respeito à Educação, rejeita-as frontalmente. Mais dizemos: são propostas que põem em causa a defesa da Educação Pública, atacando directamente os princípios da democracia e da gratuitidade. Trata-se de um programa neoliberal para a Educação. Parte desse programa tem sido cumprido pelo PS, o que espicaçou o PSD para arriscar o passo seguinte. O facto de o PS gritar contra estas propostas nada assegura quanto ao futuro, porque apesar do uso táctico e momentâneo de palavras contrárias, o bloco central está cada vez mais igual no essencial.
Vejamos as alterações concretas propostas pelo PSD em matéria de Educação:
No Artigo 74º, propõe-se retirar o que está a negrito:
b) Criar um sistema público e desenvolver o sistema geral de educação pré-escolar
e) Estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino;
No Artigo 75.º, pretende-se substituir:
1. O Estado criará uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população.
por:
1. O Estado assegura a existência de uma rede de estabelecimentos de ensino que cubra as necessidades de toda a população.
No Artigo 77º, ao que parece, é eliminado o primeiro ponto:
1. Os professores e alunos têm o direito de participar na gestão democrática das escolas, nos termos da lei.
Conclusão: para o PSD o ensino pré-escolar, bem como os restantes graus de ensino, podem ser todos privatizados, desde que cubram as necessidades de toda a população. Mais: a gratuitidade deixa de ser um objectivo e a democracia na escola passa a ser desnecessária.
Conclusão: para o PSD o ensino pré-escolar, bem como os restantes graus de ensino, podem ser todos privatizados, desde que cubram as necessidades de toda a população. Mais: a gratuitidade deixa de ser um objectivo e a democracia na escola passa a ser desnecessária.
(compara com o texto actual)
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Quem tem medo da Constituição?
Diz que o PSD quer mudar a constituição, atacando alguns dos pilares do Estado Social, como é o caso da Educação. Logo veremos se o descaramento se mantém. Para já, lembramos os mais distraídos do que diz o texto constitucional sobre este assunto. Em nosso ver, o que lá está, está muito bem.
Artigo 73.º (Educação, cultura e ciência)
2. O Estado promove a democratização da educação e as demais condições para que a educação, realizada através da escola e de outros meios formativos, contribua para a igualdade de oportunidades, a superação das desigualdades económicas, sociais e culturais, o desenvolvimento da personalidade e do espírito de tolerância, de compreensão mútua, de solidariedade e de responsabilidade, para o progresso social e para a participação democrática na vida colectiva.
3. O Estado promove a democratização da cultura, incentivando e assegurando o acesso de todos os cidadãos à fruição e criação cultural, em colaboração com os órgãos de comunicação social, as associações e fundações de fins culturais, as colectividades de cultura e recreio, as associações de defesa do património cultural, as organizações de moradores e outros agentes culturais.
4. A criação e a investigação científicas, bem como a inovação tecnológica, são incentivadas e apoiadas pelo Estado, por forma a assegurar a respectiva liberdade e autonomia, o reforço da competitividade e a articulação entre as instituições científicas e as empresas.
b) Criar um sistema público e desenvolver o sistema geral de educação pré-escolar;
c) Garantir a educação permanente e eliminar o analfabetismo;
d) Garantir a todos os cidadãos, segundo as suas capacidades, o acesso aos graus mais elevados do ensino, da investigação científica e da criação artística;
e) Estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino;
f) Inserir as escolas nas comunidades que servem e estabelecer a interligação do ensino e das actividades económicas, sociais e culturais;
g) Promover e apoiar o acesso dos cidadãos portadores de deficiência ao ensino e apoiar o ensino especial, quando necessário;
h) Proteger e valorizar a língua gestual portuguesa, enquanto expressão cultural e instrumento de acesso à educação e da igualdade de oportunidades;
i) Assegurar aos filhos dos emigrantes o ensino da língua portuguesa e o acesso à cultura portuguesa;
j) Assegurar aos filhos dos imigrantes apoio adequado para efectivação do direito ao ensino.
b) Apoiar as iniciativas que estimulem a criação individual e colectiva, nas suas múltiplas formas e expressões, e uma maior circulação das obras e dos bens culturais de qualidade;
c) Promover a salvaguarda e a valorização do património cultural, tornando-o elemento vivificador da identidade cultural comum;
d) Desenvolver as relações culturais com todos os povos, especialmente os de língua portuguesa, e assegurar a defesa e a promoção da cultura portuguesa no estrangeiro;
e) Articular a política cultural e as demais políticas sectoriais.
Constituição da República Portuguesa. 7ª Revisão Constitucional - 2005
PARTE I - Direitos e deveres fundamentais. TÍTULO III - Direitos e deveres económicos, sociais e culturais
Formação de professores é um negócio
A Fenprof denunciou a existência de um negócio privado com a formação contínua de professores devido à escassez de oferta do Ministério da Educação.
Lê mais no Correio da Manhã e no site da Fenprof
terça-feira, 20 de julho de 2010
Mega-Agrupamentos são disparate português
Eis a principal lição da notícia do Público:
A criação de grandes agrupamentos escolares que irá começar a tomar forma em Portugal no próximo ano lectivo está em queda noutros países, que já viveram a experiência e tiveram maus resultados. Na Finlândia, a pequena dimensão é apontada como uma das marcas genéticas de um sistema de ensino que se tem distinguido pelos seus resultados de excelência.
A criação de grandes agrupamentos escolares que irá começar a tomar forma em Portugal no próximo ano lectivo está em queda noutros países, que já viveram a experiência e tiveram maus resultados. Na Finlândia, a pequena dimensão é apontada como uma das marcas genéticas de um sistema de ensino que se tem distinguido pelos seus resultados de excelência.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Lição importante
“Muito alarido por quase nada” foi o que dissemos há mais de um mês:
E que tudo isto era fugir com o rabo à seringa foi o que reforçámos:
Falhámos apenas no “quase” e no “praticamente”. Nenhum aluno do 8º ano com menos de 15 anos concluiu o ensino básico. Os que bradaram contra o facilitismo enganaram-se. O problema sempre foi a falta de coragem em combater o insucesso escolar. Isso sim é difícil, principalmente para quem desistiu da escola pública para combater a desigualdade de oportunidades.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Agrupamento de escolas de Avelar
(vista aérea de Avelar, distrito de Leiria)
Bom dia, colegas
Sou professora no Agrupamento de Escolas de Avelar, e venho, deste modo engrossar a vossa lista de escolas em luta contra a extinção de Agrupamentos.
O caso que testemunho, como em tantos outros, o processo foi obscuro e à margem da lei, sem qualquer respeito pelos intervenientes, pelos parceiros educativos, pela autarquia, e por aí fora...
Os Directores dos Agrupamentos de Ansião e Avelar foram chamados à DREC, onde lhes foi comunicado que estes seriam extintos e dariam lugar a um mega agrupamento com sede em Ansião (sede do Concelho).
Assim, sem mais nem menos!
O Agrupamento de Escolas de Avelar, o mais pequeno dos dois, não se conformou com esta decisão. Foi constituida uma comissão, que se encarregou de delinear um percurso de luta que está em curso e do qual não contamos desistir tão depressa.
Da redacção de um texto de protesto até à recolha de assinaturas de elementos representativos de toda a comunidade, passámos ao pedido de audiências a diversas entidades.
Neste contexto, fomos recebidos pelo Presidente da Câmara de Ansião que categoricamente NEGOU TER SIDO CONSULTADO sobre a matéria em apreço. O autarca assegurou só ter sabido da extinção após a mesma ter sido comunicada aos directores dos Agrupamentos.
Importa ainda registar que a carta educativa, datada de 20 de Dezembro de 2006, prevê a existência de três estabeecimentos com 2º, 3º ciclo e Secundário no Concelho, um destes privado e dois públicos. Certamente, nem Ministra nem Secretários de Estado alguma vez ouviram falar de tal documento, nem lhes passa pela cabeça que o mesmo sele um compromisso que cumpre honrar (por quem souber fazê-lo!).
Seguimos para o Governo Civil onde, a 6 de Julho, perante a comissão que integra professores, encarregados de educação, assistentes operacionais e funcionários administrativos, o Sr.Governador Civil NEGOU TER SIDO CONSULTADO sobre a mtéria, afirmando mesmo ter sido surpreendido com a notícia, que lhe foi transmitida em primeira mão por uma dirigente sindical, e confirmada posterormente pela comunicação social.
Segue-se, na próxima segunda-feira, uma audiência com a Srª Directora Regional de Educação do Centro.
Continuaremos a nossa luta até onde for possível. Se mais não for, que sirva para alertar todos quantos ouvem da boca do Sr Secretário de Estado que "A aplicação do princípio é feita no terreno, envolvendo as câmaras, as escolas e a comunidade educativa, não pode ser feita de outra modo. Eu próprio presidi a 18 reuniões, uma por cada distrito, com todos os presidentes de Câmara para discutir esta questão», e dizer publicamente que este senhor MENTE!
Não será tempo de acordarmos e vermos que este caminho obscuro de mentiras e vilanias não leva a lado nenhum, que só serve propósitos político-partidários, e que, mais uma vez, se está a pôr em perigo a já tão fragilizada educação?
Consulta o blogue Pelo Agrupamento de Avelar
Agrupamento de Escolas Dr. Vasco Moniz - Vila Franca de Xira
O Conselho Geral considera que tem a obrigação de alertar a comunidade escolar para as consequências deste processo de fusão na sua dinâmica, pelo que manifesta o seu desagrado por não ter sido consultado, nem pelo Sr Director Regional, nem pela Autarquia, relativamente a esta decisão tão importante para a vida da comunidade educativa que legitimamente representa.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Demagogias da Matemática e os exames do 9º ano
As atitudes bacocas que imperaram durante esses quatro anos foram de tal ordem que chegou a reivindicar sucessos na melhoria de resultados de exames, sem se dar conta que os alunos examinados não tinham sido sujeitos a qualquer medida por ela implementada… excepto, claro, a de baixar a fasquia.
A não ser que os exames mantivessem o mesmo baixo grau de exigência, muito naturalmente, os resultados seriam mais próximos dos a que nos habituamos. A Matemática tem sido mesmo uma grande dor de cabeça.
Impõe-se aqui uma reflexão…
Poderíamos referir aqui várias das razões comummente apontadas para os fracos resultados a esta disciplina: Características da população, em geral; características da população, em geral; estatuto sócio/económico; famílias – envolvimento/acompanhamento; imagem negativa da Escola/pouco valorizada; imagem negativa da Matemática/baixas expectativas nos resultados.
E podemos pensar nas políticas educativas. Muito haveria a dizer sobre estas e sobre o famoso plano de acção. Tanto que não cabe aqui. Irei deter-me num aspecto: a forma como foi implementado.
Os alunos costumam ter melhor sucesso educativo nesta disciplina nos primeiros anos, os seus resultados vão piorando à medida que vão passando de ciclo para ciclo. Também é um facto conhecido que sempre que um professor apela a conhecimentos adquiridos noutros anos depara-se com um cenário preocupante. Dir-se-ia que a maioria dos alunos fez tábua rasa assim que ouviu o toque de campainha do fim das aulas e foi para férias. Poderá ser porque as suas aprendizagens não foram suficientemente consolidadas? Foram decoradas mas não compreendidas?
Se assim é, como poderemos contornar o problema? Com certeza a resposta não será simples.
Os programas são muito extensos e, atendendo ao número elevado de alunos por turma, a rentabilização do trabalho baixa bastante. As matérias são dadas a correr o que não dá tempo aos alunos para fazerem um percurso de aprendizagem efectivo e integrador das noções matemáticas. A aprendizagem pela descoberta, a construção dos conceitos, é grandemente comprometida devido à forma como o sistema de ensino está organizado.
Muitas das medidas do plano de Acção da Matemática foram avulsas e implementadas às três pancadas. Não encararam de frente o cerne da questão: o insucesso escolar inicia-se na pré-primária que ainda não é levado à séria em Portugal. Nesse nível as crianças deveriam estar a desenvolver competências fundamentais para a aprendizagem da matemática: raciocínio lógico, abstracção, relacionação, cálculo mental, etc. No primeiro ciclo os grupos deveriam ser pequenos para que o professor conseguisse fazer o devido acompanhamento do percurso de aprendizagem de cada aluno, respeitando assim o seu ritmo de aprendizagem, fundamental para estimular o gosto pela descoberta e construção da matemática. Para finalizar, o tamanho das turmas e a extensão do programa é incompatível com as horas da disciplina não sendo em nada facilitadores de uma boa aprendizagem, de que já falei atrás.
Sem uma boa base, não há estrutura que resista. Ou se faz um bom investimento nos primeiros anos de escolaridade dos alunos ou então… não há plano que resulte. Ou se faz uma correcta adequação dos currículos ou continuamos a fazer-de-conta.
Além do mais, refira-se que os alunos que agora fizeram o exame do 9º ano começaram a beneficiar deste plano de acção apenas no 7º ano de escolaridade. Será contudo curioso analisar os resultados dos exames daqui a 5 anos, a altura em que estarão no 9º os alunos que fizeram todo o seu percurso escolar ao abrigo do PAM.
Silvana Paulino
Silvana Paulino
quarta-feira, 14 de julho de 2010
AECs no Parlamento
Hoje mesmo o projecto de resolução será discutido na Comissão de Educação e, previsivelmente, muito em breve será votado em plenário da Assembleia da República. Estaremos atentos ao desfecho desta iniciativa e a outras eventuais propostas que surjam neste debate. Mas uma coisa é certa: não aceitamos iniciar o próximo ano lectivo com as mesmas condições vergonhosas em que acabámos este.
Concentração de Professores frente ao Governo Civil de Braga
19 de Julho de 2010 às 21h 30m
Aparece e traz o maior número de colegas.
(Passa a mensagem por correio electrónico para o maior número de colegas possível)
Não queremos que a nota da avaliação de desempenho de professores se reflicta na graduação do concurso de professores.
É injusto alterar a nota de graduação com a nota da avaliação, a qual é subjectiva e que varia bastante de escola para escola.
Vamos andar toda a vida numa instabilidade permanente (e estagiários toda a vida), mesmo quando se está efectivo, porque pode surgir um horário zero e nesse momento ficarmos com uma nota da graduação baixa que nos obrigue a ir para lugares, onde nunca estivemos, como no início da carreira.
Para os colegas contratados pode significar a não colocação.
Pais já pedem comida na escola
Trinta directores de escolas e agrupamentos escolares de Sintra contaram ao Presidente da República as consequências da crise económica no concelho. Muitos pais de alunos vão às escolas pedir comida, para eles e para os filhos que ainda não têm idade escolar. Um drama social que se agravou nos últimos seis a oito meses.
Lê aqui a notícia
Lê aqui a notícia
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Agrupamento João de Deus continua a lutar!
Em reunião geral os professores do Agrupamento de Escolas João de Deus - Estoril foi decidido realizar uma:
MARCHA PELA EDUCAÇÃO no concelho de Cascais
NÃO AOS MEGA-AGRUPAMENTOS de escolas !
DIA 14 DE JULHO, 4ª Feira, ás 18H30mn
ESCOLA EB2 JOÃO DE DEUS, AV. DE SABÓIA Nº 662 –A, MONTE ESTORIL
De uma forma ilegal e arbitrária está a ser imposta a algumas escolas do concelho de Cascais a fusão em mega-agrupamentos que poderão incluír até 3000 alunos. Embora o processo esteja numa fase inicial estão previstas, a curto prazo, novas fusões.
Tal decisão – que não teve em conta a Carta Educativa do Concelho nem respeitou o interesse das comunidades educativas e a identidade das escolas envolvidas – irá prejudicar as aprendizagens dos alunos e contribuír para uma maior instabilidade e indisciplina nas escolas.
Contra estas medidas, professores e encarregados de educação do Agrupamento de Escolas João de Deus estão a promover uma marcha de protesto que se iniciará à porta da Escola-Sede EB2 João de Deus e terminará nos Paços do Concelho da Câmara de Cascais.
Todos estão convidados a participar!
POR UMA ESCOLA DE QUALIDADE!
POR UMA GESTÃO DEMOCRÁTICA!
POR UMA DIMENSÃO HUMANA DA EDUCAÇÃO!
Um grupo de professores do Agrupamento João de Deus – Estoril
Seguem dois abaixo assinados com pedido de publicação:
1. Um abaixo-assinado promovido e subscrito por pais e encarregados de educação de alunos de todas as escolas do agrupamento João de Deus, que reuniu perto de 600 assinaturas, ( num total de 850 alunos) entregue na pretérita 5ªfeira 08/07/2010 ao Presidente da Câmara Municipal de Cascais e remetida por correio aos seus restantes destinatários.
2. Um outro abaixo-assinado subscrito por 100 professores e funcionários do Agrupamento de Escolas João de Deus (num universo de 120 pessoas), entregue na CM Cascais na passada 6ªfeira 09/07/2010 e remetido também por correio para conhecimento de diversas outras entidades.
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