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O Movimento Escola Publica participou na acção de protesto promovida pela APEDE, Promova e MUP. Estivémos em frente ao Ministério da Educação e depois na Assembleia da República.
Valeu a pena. Os objectivos desta acção foram alcançados. Não foi preciso encher Lisboa para que se falasse nesta justa luta pela escola pública. As rádios, televisões e jornais foram veículo das reivindicações dos professores. Nesta altura de eleições foi importante marcar presença e vincar os argumentos de quem quer mudar a escola e a política educativa. Como se dizia na manifestação, “Os professores não esquecem”.
E, acrescentamos nós, a memória dos professores é mais longa que os últimos quatro anos. Há um desejo de mudança profunda de que somos portadores. Os professores são exigentes porque com a escola pública não se brinca. Isso mesmo devemos expressar também no momento do voto.
2 comentários:
A primeira foto está espectacular. Faz lembrar a conquista de Malaca por Afonso de Albuquerque. Com 13 ou 14 navios a par e de velas desfraldadas deu a impressão de centenas. Foi uma boa táctica para converter uma nano-micro manifestação numa pequena e média manifestação.
Agora mais a sério:
Qual é a posição do MEP perante a coligação que se prefigura PS/BE?
Caro Falcão
A manifestação cumpriu o seu objectivo, tal como é explciado no post que comenta.
O Movimento Escola Pública apela ao voto à esquerda do PS. Todos sabemos que os deputados do Bloco e não só, votarão ao lado dos professores na Assembleia da República. Por isso, votar à esquerda do PS é votar pelos direitos dos professores e pelo reforço da escola pública.
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