O Movimento Escola Pública promoveu ontem, dia 26, em Vila Nova de Santo André, um encontro com professores de escolas dos concelhos de Santiago do Cacém e Sines. Estiveram presentes colegas dos Agrupamentos de Santiago do Cacém e Santo André e das Escolas Secundárias de Sines, Santiago e Santo André.
Foram largamente criticadas as pressões exercidas aos mais variados níveis para que os professores entreguem os objectivos individuais numa estratégia que procura isolar professor a professor, insinuando a prepotência e semeando o medo.
Verifica-se no entanto que sectores expressivos dos professores permanecem dispostos a não entregar os objectivos, encarando esta atitude, como parte importante, na actual fase, da luta prolongada pela suspensão do modelo de avaliação.
Na realidade, com a sua obstinação o Ministério e o Governo no seu conjunto são responsáveis pelo presente estado de degradação em que se encontra o ano lectivo em curso.
Regista-se que no Agrupamento de Escolas de Santo André nenhum professor requereu aulas assistidas.
Nas Secundárias de Santiago e Sines estão marcadas Reuniões Gerais de Professores para debater a situação e definir medidas a tomar no sentido de insistir na suspensão do modelo de avaliação. Professores presentes das restantes escolas anunciaram processos semelhantes de convocação de reuniões gerais.
Ficou uma ideia clara: Insistir pela suspensão do modelo de gestão passa, na actual fase, por não entregar os objectivos nem requerer aulas assistidas.
Depois de tanto caminho andado, torna-se fundamental continuar a resistir até á suspensão do modelo de avaliação
Foram largamente criticadas as pressões exercidas aos mais variados níveis para que os professores entreguem os objectivos individuais numa estratégia que procura isolar professor a professor, insinuando a prepotência e semeando o medo.
Verifica-se no entanto que sectores expressivos dos professores permanecem dispostos a não entregar os objectivos, encarando esta atitude, como parte importante, na actual fase, da luta prolongada pela suspensão do modelo de avaliação.
Na realidade, com a sua obstinação o Ministério e o Governo no seu conjunto são responsáveis pelo presente estado de degradação em que se encontra o ano lectivo em curso.
Regista-se que no Agrupamento de Escolas de Santo André nenhum professor requereu aulas assistidas.
Nas Secundárias de Santiago e Sines estão marcadas Reuniões Gerais de Professores para debater a situação e definir medidas a tomar no sentido de insistir na suspensão do modelo de avaliação. Professores presentes das restantes escolas anunciaram processos semelhantes de convocação de reuniões gerais.
Ficou uma ideia clara: Insistir pela suspensão do modelo de gestão passa, na actual fase, por não entregar os objectivos nem requerer aulas assistidas.
Depois de tanto caminho andado, torna-se fundamental continuar a resistir até á suspensão do modelo de avaliação
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